«Bonita é pouco. Eu quero ver alma.» A frase, dita sem cerimónia, é o cartão de visita que Lucas Terra entrega a quem o procura à espera de um logótipo. No panorama da gestão corporativa contemporânea, a construção de uma marca ultrapassa há muito os limites convencionais dos logótipos, das paletas cromáticas ou dos slogans comerciais. Num ecossistema globalizado e altamente competitivo, a autoridade legítima de um negócio não se compra: revela-se....



